MinistérioJA


Reveja seus conceitos
Dezembro 2, 2008, 12:51 pm
Arquivado em: Textos

Este texto está rolando na internet há algum tempo, foi escrito pela psicóloga clínica Karla Christine.

Fui ver o filme Cazuza há alguns dias e me deparei com uma coisa estarrecedora. As pessoas estão cultivando ídolos errados.

Como podemos cultivar um ídolo como Cazuza?

Concordo que suas letras são muito tocantes, mas reverenciar um marginal como ele, é, no mínimo, inadmissível.

Marginal, sim, pois Cazuza foi uma pessoa que viveu à margem da sociedade, pelo menos uma sociedade que tentamos construir (ao menos eu) com conceitos de certo e errado. No filme, vi um rapaz mimado, filhinho de papai que nunca precisou trabalhar para conseguir nada, já tinha tudo nas mãos. A mãe vivia para satisfazer as suas vontades e loucuras. O pai preferiu se afastar das suas responsabilidades e deixou a vida correr solta. 

São esses pais que devemos ter como exemplo?

Cazuza só começou a gravar pois o pai era diretor de uma grande gravadora.

Existem vários talentos que não são revelados por falta de oportunidade ou por não terem algum conhecido importante.

Cazuza era um traficante, como sua mãe revela no livro, admitiu que ele trouxe drogas da Inglaterra, um verdadeiro criminoso. Concordo com o juiz Siro Darlan quando ele diz que a única diferença entre Cazuza e Fernandinho Beira-Mar é que um nasceu na zona sul e outro não.

Fiquei horrorizada com o culto que fizeram a esse rapaz, principalmente por minha filha adolescente ter visto o filme. Precisei conversar muito para que ela não começasse a pensar que usar drogas, participar de bacanais, beber até cair e outras coisas fossem certas, já que foi isso que o filme mostrou.

Por que não são feitos filmes de pessoas realmente importantes que tenham algo de bom para essa juventude já tão transviada? Será que ser correto não dá Ibope, não rende bilheteria?

Como ensina o comercial da Fiat, precisamos rever nossos conceitos, só assim teremos um mundo melhor.

Devo lembrar aos pais que a morte de Cazuza foi consequência da educação errônea a que foi submetido.

Será que Cazuza teria morrido do mesmo jeito se tivesse tido pais que dissesem NÃO quando necessário?

Lembrem-se, dizer NÃO é a prova mais difícil de amor.

Não deixem seus filhos à revelia para que não precisem se arrepender mais tarde. A principal função dos pais é educar. Não se preocupem em ser ‘amigo’  de seus filhos. Eduque-os e mais tarde eles verão que você foi a pessoa que mais os amou e foi, é, e sempre será, o seu melhor amigo, pois amigo não diz SIM sempre.

Karla Christine
Psicóloga Clínica



Ações de Graças 2008
Novembro 28, 2008, 12:23 pm
Arquivado em: Textos

“Que darei eu ao SENHOR, por todos os benefícios que me tem feito?”

- Salmo 116:12

Em santa catarina foram quase 100 mortos por causa das enchentes, na Índia foram até agora 125 mortos em ataques terroristas, na áfrica milhões de mulheres são estupradas e tem a vagina costurada com lâmina e linha… e outros quase 20 milhões sofrem com a aids. Nós já não fazemos nada, e o mínimo que faziamos deixamos de fazer. O mundo vai de mal a pior.

Por outro lado, ontem foi comemorado nos EUA o dia de Ações de Graças, que lá é tão importante quanto o Natal, as famílias se reunem para agradecer pelas coisas boas que Deus tem feito. E como ver as boas coisas que o Senhor tem feito, vivendo num mundo nas atuais condições? Como enxergar a grandiosa misericórdia do Senhor em meio a tanta desgraça?

Somos tão insensíveis que tendemos a culpar Deus por tais infortúnios! Por exemplo: pense nas enchentes de Santa Catarina, elas foram desastres naturais causados pelo aquecimento global. As enchentes são reflexo de uma ação desordenada do homem, que insiste em destruir os recursos naturais limitados da terra em prol do progresso da nossa infeliz sociedade.

Paralelamente, lembremos dos ataques terroristas que aconteceram no oeste indiano. É fácil compreender que o homem, através de uma fé cega, que é dita “em nome de Deus”, passa a perseguir e matar outros seres humanos, esquecendo-se do Amor maior ensinado por Deus, pelos profetas e principalmente por seu filho Jesus.

Devemos render  graças a Deus por que ele é bom? Sim! Afinal se o mundo é como é, e sofre do jeito que sofre, é por conta do próprio ser humano! Nosso Deus nos deu capacidade de compreender o mundo e interferir em nossa realidade, portanto, somos responsáveis por este mundo que aí está! Devemos render graças a Deus porque ele é bom e a sua misericordia dura para sempre! Porque mesmo negligentes e ignorantes, Ele continua a nos amar e aceitar e a nos lembrar que temos a responsabilidade de agir!

Que daremos ao nosso Deus por tudo o que nos tem feito? Gratidão e Ação! Que faremos para mudar o mundo hoje?

Deus nos abençoe!

Vitor Hugo M. Pereira



Confusão na Adoração – retrato de nossa época
Setembro 10, 2008, 4:47 am
Arquivado em: Artigos, Essencial, Textos

por Nelson Bomilcar

O que poderia ser motivo de unidade, hoje nos afasta. O que poderia ser um caminho de aliança, hoje faz romper. O que poderia ser motivo de edificação, faz ruir. O que poderia ser caminho de testemunho, impede incrédulos de enxergarem e conhecerem o cerne do Evangelho! O que poderia exaltar a pessoa de Jesus, exalta pessoas, ministérios e “pequenos reinos”. A adoração confusa marca nossa época presente, refletindo a falta de ensino bíblico e gerando interpretações estranhas das Escrituras!

Algumas décadas atrás, a Igreja brasileira sofreu algumas divisões provocadas por entendimentos diferentes quanto à doutrina do Espírito Santo e à adoração. Na adoração e louvor, as divisões quase todas se deram por uma análise das “posturas externas”. Uns levantavam a mão, outros não; uns diziam aleluia, outros não; uns batiam palmas, outros não; uns dançavam, outros não; uns falavam em línguas, outros não; uns eram informais nos cultos públicos, outros não, etc.

Nossa adoração pública era influenciada por movimentos musicais, que refletiam situações específicas vividas por algumas pessoas ou algumas igrejas em seus países de origem. Recebemos heranças que – não há como negar – os missionários trouxeram para a Igreja brasileira, e muito foi absorvido sem questionamento ou sem análise aprofundada. Por exemplo, dizia-se que não se podia usar música popular nos cânticos e hinos, e não nos dávamos conta de que nossos hinários estavam repletos de músicas populares, acrescidas com letras de temática bíblica ou cristã.

Tivemos a influência de Ralph Carmichael, Otis Schillings, Salomão Ginsburg, Kurt Kaiser, Beverly Shea (das cruzadas de Billy Graham), do ministério Maranatha Music, das cantatas de Peterson, etc. Em seu pano de fundo, as canções refletiam momentos, com ênfases doutrinárias vividas pela Igreja na América do Norte. A Igreja brasileira, ainda sem uma identidade na adoração, simplesmente absorvia estes modelos e produções, muitas delas de excelente qualidade musical e teológica. Outras, nem tanto.

Fomos nos tornando mais rebuscados na adoração e em nossas manifestações artísticas, ao mesmo tempo em que se confundia adoração somente com música. A Igreja estava desmobilizada para a adoração pessoal e comunitária, vivia-se de apresentações musicais, onde as pessoas “assistiam” aos chamados “serviços de culto”. A tentação de copiar modelos era grande, assim como a busca por novidades era intensa e não tínhamos muitos mentores que pudessem ajudar a Igreja brasileira a crescer nesta compreensão da adoração.

É por isso que trabalhos como o do pr. João Souza Filho, Gottfriedson, Asaph Borba (na época na Seara Latina Evangelística), Jairinho e Paulo César (na época na Palavra da Vida), Vencedores por Cristo tornaram-se referenciais para muitos. E graças a Deus, bons referenciais. Fomos abençoados por todos eles.

A busca por modelos e novidades que vêm de fora continua como característica da Igreja brasileira nestes dias. Uma geração mais enfraquecida em sua compreensão bíblica, pois quase desapareceram os mestres e os pastores que pregam a Bíblia expositivamente, preocupados e cuidadosos em ensinar o que ela diz, considerando as línguas originais, contexto, regras básicas de interpretação bíblica, etc. Conseqüentemente, o povo está menos habilitado a discernir e a avaliar o que estamos ouvindo e vendo, fazendo o filtro fundamental de “reter o que é bom”.

Infelizmente, em nossa geração consumista, instantânea e internética, que cultua a “imagem” e “clama” por novidades o tempo todo (Ron Kenoly e Graham Kendrick já são vistos como ultrapassados, imaginem só!), não buscamos os caminhos de simplicidade na adoração, conforme Jesus ensinou. Ele que nunca se iludiu ou se iludirá com manifestações e aparências externas na forma de religiosidade (Isaías 1) ou de eventos megalomaníacos para a mídia.

O lugar esquecido da adoração continua sendo o coração do homem quebrantado, humilde e que reconhece a necessidade existencial e espiritual de conhecer, se entregar e andar com Cristo Jesus para de fato poder adorar a Deus (João 4:20-28). Enquanto isso, trabalhos musicais aportam numa velocidade incrível em nosso país, disseminando e despejando suas idéias e convicções sobre adoração – algumas bem pontuais, circunstanciais e baseadas na experiência ou revelações recebidas de uma ou duas pessoas.

Tenho participado de um número enorme de encontros, retiros e congressos, onde – em nome de “contribuir” para a visão da igreja brasileira – colocam-se pessoas de todas as tendências, estilos e pensamentos diferentes, para que, como num grande supermercado, escolhamos a linha ou a visão a seguir. A idéia é: “consuma o que desejar e for pertinente para a sua realidade”. Quase no slogan do comercial conhecido em nosso país por “experimenta, experimenta, experimenta”…..

Ao contrário de maturidade, abertura de mente e humildade, isto reflete nossa insegurança e imaturidade em não balizar caminhos saudáveis para a adoração por meio do que a Bíblia realmente ensina, isto é, numa exegese mínima aceitável.

Demonstra também uma grande fragilidade dos chamados líderes de adoração (termo que precisa também ser definido e explicado), que não ajudam as pessoas a discernirem o que é bíblico e pertinente para a adoração. Falta-nos coragem de dizer o que cremos ou pensamos de fato e alertar sobre enganos que temos visto.

Em nome de uma “unidade cosmética”, refletida em muitos palcos, ficamos em nossos cantos, vendo proliferar idéias e manifestações perigosas – algumas altamente manipulativas e humanizadas – e não colocamos a “cara para bater”, falando, exortando e alertando dos perigos que alienam as pessoas de uma adoração que deve estar presente na vida, no cotidiano, no dia-a-dia, no silêncio, nos relacionamentos, onde ninguém vê ou está olhando, sem rádio e TV .

Percebemos uma Igreja que é altamente desmobilizada, por exemplo, na prática da ação social e do ministério do socorro, adoração prática recomendada por Tiago (Tg 1.27). Onde estão as “reuniões poderosas de adoração” no serviço em favelas, hospitais, cuidando dos meninos e homens de rua, na evangelização e obra de missões, que transformam pessoas e realidades sociais? Onde está a adoração que abraça causas humanas e de justiça? Isto não passa nem de perto na compreensão de vários ministérios e líderes de adoração que caminham em nosso país.

Ouve-se sobre adoração profética, sem se definir o que significa adoração e o que se quer dizer com profético. Como se ouve tanta coisa sobre isto e de forma mal explicada, quase como um jargão, a confusão se instala. Usam-se de forma inadequada o termo profético e a palavra profecia.

O retorno ao louvor hebraico como pré-requisito na adoração “parece” o caminho mais seguro ou divino, mas é um engano; busca-se então, um modelo de louvor chamado extravagante (precisamos buscar as bases bíblicas sobre o que é isto), Outro caminho trilhado tem sido a chamada “adoração no e do ‘mover’” (quem conseguiu mapear a ação do Espírito que sopra onde quer, ninguém sabe de onde ele vem e nem para onde vai?). Outras ênfases sobre “posturas” do adorador têm sido veiculadas, quase como mudança de hábitos ou comportamento e não de transformação interna e pessoal, etc.

O Pai continua a procurar os que o adorem em espírito e em verdade. Como Igreja, precisamos sempre do ensino e da compreensão bíblica sobre adoração; o caminho está aberto para os mestres, os pastores e os que ministram louvor em nosso país e que têm seus ministérios reconhecidos. As pessoas estão olhando para estes referenciais e, portanto, temos que ser mais prudentes.

Esclarecer – e não confundir; ajudar as pessoas comuns a encontrarem e a adorarem a Jesus na singeleza e na simplicidade da vida, na meditação, na oração, na comunhão, na missão, na contemplação, e não em ritos mágicos, em oráculos e modelos decifrados por alguns especialistas e privilegiados dos “mistérios” da adoração.

Há uma grande responsabilidade sobre os que ensinam em ajudar a Igreja brasileira a entender, expressar e viver a adoração em todas as suas dimensões. A capacitação, sem dúvida, é do Espírito Santo. Temos boas influências que vêm de fora de nosso país. Cabe-nos orar, ouvir, discernir com sabedoria e mútuo conselho, e reter o que é bom, segundo a revelação da Palavra de Deus.

 

Fonte: Provoice



Você ja Olhou seu umbigo hoje?
Agosto 20, 2008, 11:10 pm
Arquivado em: Notícias


E aí já olhou o seu umbigo hoje?Pois é, Juventude Umbigocentrista, esse é o tema da próxima Conferencia MPC para Juventude! Achou meio violento, não espiritual? Você não perde por esperar! É mais espiritual do que parece!

 Aparece lá na IBJ – Igreja Batista no Jockey, dias 29 e 30 de Agosto, a partir das 20h na sexta, e começando apartir das 17h no sábado! Com a palavra estará o lider da comunidade Vineyard-RJ e ex-vocalista do OficinaG3: Luciano Manga
Venha participar desta conferencia! Além de rever os seus conceitos, você aprenderá muita coisa com as oficinas de Comunicação e Tecnologia a Serviço do Reino, sobre vocação ministerial com o Pr. Joel e também sobre sexualidade. Então! Venha conosco celebrar ao nosso Deus e redescobrir o sentido de ser Cristão!

Ah! E esquecemos de lembrar… É DE GRAÇA VIU? É só chegar, assistir e é claro: participar!!



JAPod – Edição 9
Agosto 14, 2008, 11:20 am
Arquivado em: JAPod

Após séculos de atraso, estamos publicando a Edição do JAPod que não foi pro ar! Esta foi uma edição simples, pois a equipe estava desfalcada do nosso amigo Estevão que estava viajando. Entretanto, Deus não deixou de operar e falar aos nossos corações! Esta edição do JAPod está de mais! Não deixe de ouvir: o tema discutido foi a amizade!

Para ouvir o JAPod diretamente do GCast clique aqui (e dê um play em seguida).

Se quiser baixar o JAPod em formato MP3 para ouvir no seu iPod, Celular, Similar ou qualquer outro tipo de player clique AQUI!

Abraço a todos!
ComunicaçãoJA



E o cadeado foi aberto!
Agosto 14, 2008, 2:11 am
Arquivado em: Fotos, Notícias

É isso mesmo: o cadeado foi aberto e a obra do Senhor foi continuada no parque Universitário! Deus operou naquele lugar de uma forma tão especial que estamos sentindo os efeitos da abertura daquele templo de maneira muito intensa! O Ministério JA esteve presente participando dessa missão através da música e comunicação! Foi uma BENÇÃO! Deus falou muito com cada um que esteve presente naquele local, é sempre um privilégio ser usado na obra do Senhor!

Agora cabe a cada um de nos orar e também trabalhar em prol do evangelho naquele lugar e por nosso missionário que vai continuar desenvolvevendo o trabalho naquela localidade para que as pessoas possam conhecer o verdadeiro amor, o amor de Deus.

Se liga ai no que o corpo de Cristo ganhou!

A Obra do SENHOR não vai parar!



Para tudo há um tempo determinado
Julho 30, 2008, 2:36 am
Arquivado em: Artigos


Tudo tem seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer, e tempo de morrer, tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou, tempo de matar e tempo de curar; tempo de derribar, e tempo de edificar, tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de saltar de alegria. Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras, tempo de buscar e tempo de perder, tempo de guardar, e tempo de jogar fora. Tempo de rasgar, e tempo de coser, tempo de estar calado, e tempo de falar, tempo de amar e tempo de aborrecer, tempo de guerra e tempo de paz. – Eclesiastes ( 3: 1-8 )

Larga na frente quem consegue discernir o tempo que está vivendo. Tomo como exemplo quem está vivendo o tempo de ficar calado e confunde com o tempo de falar. Por melhor que fale não será ouvido/entendido/aceito – Pode até ser escutado, mais há uma grande diferença entre ser “ouvido” e “escutado”.

O tempo nos oferece a oportunidade do aprendizado. Saber esperar sem se acomodar é com certeza fruto de alguma outra experiência nossa que não foi bem sucedida, exatamente por faltar a sabedoria de não saber esperar o tempo certo – a ocasião propícia – o momento exato de agir – na medida certa.

Uma das dificuldades dos tempos em que vivemos é o de não se ter paciência. Gostamos de tudo muito rápido; na hora. – Vivemos o tempo do instantâneo. Não gostamos de esperar. Esperar incomoda, inquieta, impacienta, principalmente se estamos sofrendo algum tipo de pressão, injustiça, incompreensão. Se estamos sofrendo algum tipo de desgaste, queremos resolver logo, rapidamente. Nesses momentos quase sempre nos esquecemos das lições que o tempo já tentou nos ensinar, de que é preciso ter paciência, pois como diz o adágio popular: “não há mal que sempre dure”. O escritor de Eclesiastes diz que: “tudo tem o seu tempo ” e “que tudo passa” – Sábio é quem adquire a experiência com as lições do tempo.

Saber esperar não é se acomodar ás circunstâncias, – é antes aguardar o momento certo de agir. Talvez você já viveu ou está vivendo o tempo onde faz o melhor que pode, com maior motivação, mas não é reconhecido nem valorizado. Quem deveria ver e valorizar não vê e se vê não valoriza. As vezes, outro que não faz por merecer é visto, valorizado e colocado numa posição de destaque. Nesses momentos o impaciente se sente injustiçado – e, é. Porém, é tempo de continuar fazendo melhor ainda o que já vinha fazendo bem feito, pois esse é o tempo de doar-se – tempo de falar sem palavras – é tempo de estar calado – tempo de aprender com o tempo – tempo de ser curtido – tempo de carregar pedras. Há esses tempos! Mas calma, paciência! Vai Passar. Tudo passa!

O problema da natureza humana é obter este domínio. Ela não suporta esperar; principalmente se essa espera é na dor, por qualquer que seja a causa. Nestes tempos, os segundos parecem eternos. O tempo parece parar. Note, parece! A essa altura já podemos indagar. Qual é o seu tempo? É o de “saltar de alegria”?. Se é, curta-o alegremente intensamente, sem culpa, da melhor maneira possível. Se não é, aguarde um pouco mais, pois sua vez vai chegar. Enquanto isto, aprenda com o tempo, com a experiência, pacientemente, pois nada acontece por acaso, espere o sinal verde de Deus, pois como diz o filósofo o tempo não para.

Fonte: gospelmais.com.br



JAPod – Edição 8
Julho 20, 2008, 5:26 pm
Arquivado em: JAPod

Chegando JAPod Edição 8! E nesta edição com muitas surpresas! Damos também seqüência aos debates da semana passada, com um tema polêmico sugerido por nossa amiga Kerly Holanda do site Teresina Gospel!

A seleção de músicas também está especial, votos e mais votos! Nesta edição do JAPod você curte:

  1. Lift Your Eyes – Leeland (tradução)
  2. Every time I Fall – Jaci Velasquez
  3. Caminhos da Fé – Tempero do Mundo
  4. Meu Universo – PG
  5. Festa de Crente – Emerson Augusto
  6. Milagres Acontecem – Pregador Lou
  7. In the Light – DC Talk (tradução)

Para ouvir o JAPod diretamente do GCast clique aqui (e dê um play em seguida).

Se quiser baixar o JAPod em formato MP3 para ouvir no seu iPod, Celular, Similar ou qualquer outro tipo de player clique AQUI!

Boa semana a todos!
ComunicaçãoJA



Livros Não Mudam Pessoas – por John Piper
Julho 19, 2008, 2:01 pm
Arquivado em: Essencial

Livros não mudam pessoas; parágrafos, sim. Às vezes, até sentenças. Ainda recordo uma tarde, no outono de 1968, quando estive em uma livraria na Avenida Colorado, em Pasadena, e li a primeira página de The Weight of Glory (O Peso de Glória), escrito por C. S. Lewis. Ainda que eu não tivesse lido outra página, minha vida teria sido mudada para sempre. Talvez possa resumir o que li em duas sentenças: “Somos criaturas indiferentes, que brincam com bebidas, sexo e ambição, enquanto o gozo infinito é-nos oferecido; como uma criança ignorante que deseja continuar brincando na lama em uma favela, porque não imagina o que significa o oferecimento de um feriado na praia. Satisfazemo-nos com coisas pequenas demais”.1 Quase trinta anos depois,2 ainda sinto o arrepio daquela descoberta e ímpeto de luz que me atingiu. Nada mais seria o mesmo. Apenas um parágrafo, e a obra decisiva foi realizada.

Isso não é algo novo. Dezesseis séculos atrás, em agosto de 386, Agostinho estava em aflição espiritual. Em um jardim de Milão (Itália), ele se lançou ao chão, debaixo de uma figueira, e deu lugar às lágrimas, que jorravam de seus olhos: “Arranquei cabelos e bati na cabeça com os punhos. Fechei os dedos e abracei os joelhos”. Em seguida, ele ouviu “a voz de um menino ou menina, não tenho certeza, que repetia em refrão: ‘Pega-o e lê; pega-o e lê’”. Agostinho aceitou isso como “uma ordem divina para abrir meu livro das escrituras e ler a primeira passagem em que caísse o meu olhar”. Ele abriu e leu: “Andemos dignamente, como em pleno dia, não em orgia e bebedices, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e ciúmes; mas revesti-vos do Senhor Jesus e nada disponhas para a carne no tocante às suas concupiscências”. Com duas sentenças, toda a aflição foi desfeita. “Não tive qualquer desejo de ler mais, nem precisava fazê-lo. Pois, em um instante, quando cheguei ao final da sentença, aconteceu como se a luz da confiança inundasse meu coração, e todas as trevas de dúvidas foram removidas”.

Quanto a Lutero, sua vida foi tocada por intermédio de outra das grandes sentenças do apóstolo Paulo – Romanos 1:16-17. Na vida de Jonathan Edwards, foi 1 Timóteo 1:17. Para John Wesley foi o prefácio do comentário livro A Epístola aos Romanos, escrito por Lutero. E poderíamos acrescentar outros nomes à lista. A verdade é que a leitura de muitos livros pode ser semelhante a ajuntar pedaços de madeira, mas as chamas brilham de uma única sentença. A marca é deixada na mente não pela queima de muitas páginas, e sim pelo calor de uma sentença aquecida por Deus.

Minha oração é que Deus se agrade em tornar as breves leituras deste livro e queimar uma sentença ou um parágrafo em sua mente. As meditações têm apenas duas ou três páginas de extensão. Não estão arranjadas em ordem de assuntos. O que as mantém unidas é uma busca por experimentarmos a supremacia de Deus em toda a vida. O meu alvo é despertar e nutrir essa fome.
Fonte: Prefácio do excelente livro Uma Vida Voltada para Deus, John Piper, Editora Fiel, pg. 11-2.



JAPod – Edição 7
Julho 14, 2008, 3:33 am
Arquivado em: JAPod

Após uma semana sem o JAPod, voltamos com uma sétima edição recheada de novidades! O convidado especial é o irmão François Holanda, que administra o site Teresina Gospel! O debate é polêmico, já avisamos logo, escute e deixe sua opinião nos comentários!

Muitas pessoas me perguntaram como é que faz pra votar em uma música para as 3+. Gente é o seguinte: para votar nas 3+ é só deixar um comentário aqui neste post, a mesma coisa vale para o versículo da semana – se existe um versículo que fala ao seu coração, então poste ele aqui nos comentários, nós estaremos lendo e quem sabe o seu versículo não é o escolhido para ir ao ar!? Comenta aee!

Neste JAPod você escuta:

0. Alegria do céu
1. Trono de Deus
2. Red Letters (tradução)
3. The Last Jesus (tradução)
4. Não preciso mais temer
5. A coroa
6. Estevão
7. Glory in the highest (tradução)

Para ouvir o JAPod diretamente do GCast clique aqui (e dê um play em seguida).

Se quiser baixar o JAPod em formato MP3 para ouvir no seu iPod, Celular, Similar ou qualquer outro tipo de player clique AQUI!

Continuem orando pelo ComunicaçãoJA e pelo MinistérioJA,
boa semana a todos! ;-)