Arquivado em: devocional
Eu vi. Ainda não sei bem o que foi, sesonho ou realidade, se alucinação ou se apenas uma criação fantasiosa da minha mente, mas juro que vi.
Vi o dia em que a cruz voltou a ser a mensagem central da igreja de Cristo e a paz reinou entre os cristãos de todo o mundo. Não era um instante ecumênico, tampouco uma reunião com fins políticos, mas vi a igreja de Cristo unida cantando de maneira uníssona à pessoa bendita de Jesus. As diferenças doutrinárias estavam vencidas em favor da vida, o culto voltou a ser culto, a igreja voltou a “cair na graça do povo”.
Vi a justiça sendo proclamada pela terra por uma igreja forte, consistente e desinibida. Consciente da desnecessidade de perder-se preocupada com as necessidades temporárias, a igreja sangrava pelo que era eterno, justo e reto. Uma igreja ativista, defensora do mais fraco e frágil, alimentadora do pobre e faminto. Despreocupada com os templos e com as multidões a igreja caminhava – sem se iludir com as marchas – no caminho da graça, anunciando a graça do caminho e a predileção divina por todos os homens.
Vi a teologia sendo feita a fim de contribuir com o homem no seu processo de conhecimento do altíssimo, de si mesmo e do próximo. Sim, uma ciência que outrora serviu para manipular a verdade fazendo de muitos “predestinados” ao fogo eterno em nome de uma eleição incondicional, naquele instante passara a ser o instrumento usado pela igreja, para que os homens se ajustassem a Deus, conscientes de Seu caráter santo.
Na verdade não estava dormindo, tampouco pensando, minha atividade naquele momento era a oração; clamava a Deus que avivasse a sua igreja e tão logo Ele me respondeu, revelando-me o que realmente é avivamento – eu, um simples menino, que por muito tempo confundi histeria com o agir de Deus.
Fonte: http://celebraii.blogspot.com/2009/06/avivamento.html
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Outro dia, vi um pastor falar sobre isso. Ele dizia que estava se dedicando a pregar muito mais sobre Cristo, a mensagem central da cruz; que muitos pastores se esqueceram de pregar sobre o real Evangelho de Cristo e têm se detido a pregar sobre futilidades como, auto-ajuda, prosperidade material, positivismo. Se a igreja não voltar as raízes e não se dedicar a pregar “simplesmente” o Cristo Redentor, então estará vivendo um avivamento mentiroso. E nós sabemos quem é o pai da mentira.
Comentário por estevaomarlom Julho 12, 2009 @ 2:50 pm